acordei com 58,7kg e cada vez melhor.
Sim, para emagrecer ou manter um corpo bem distribuído tem que estar sempre vigilante.
Qualquer alteração digestiva, hormonal, emocional ou seja lá o que for, coloca tudo a perder. A balança não mente.
Uma semana atrás eu já estava mais perto de 62 do que dos 58 que é um quilo a mais do meu peso.
Não tivesse me alertado, provavelmente hoje a coisa estaria mais fora de controle.
E emagreci sem sacrifícios, é importante registrar para lembrar. Não adiei o processo. Assim que saí da quadro agudo, comi de tudo, nos horários certos, bebi vinho e cerveja e a mesma quantidade de atividade física.
Mistério. Provavelmente o propósito, a decisão de parar de engordar foi a gota d'água para reverter a situação.
Bom saber que vou entrar em novembro na casa dos 58 quilinhos!!!!
Bom saber que sempre vale a máxima: querer é poder. Uma causa nobre estar em paz com o próprio corpo!
Que venha Novembro.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Leitura Nova ou Continuação?
"O Fim da Memória": chegou ontem pelo correio.
Troca de livros. Não vai ser um livro de leitura fácil, nem rápida, mas quase não parei de ler ontem mesmo.
Preciso escolher o próximo livro para ler, mas também não quero despertar o velho hábito de ler um pouquinho de cada e não terminar nenhum. Tenho feito uma média de leitura de 3,5 livros por mês este ano, o que não é grande coisa, mas considerando todos os outros de estudo e revistas que leio e não computo, é uma média razoável.
Desde que me propus a organizar a leitura - um livro por vez - sinto que aproveito melhor o conteúdo. O prazer da leitura é maior. O ritmo varia conforme o tom que o autor sugere. Se precisar a leitura do livro vai levar mais tempo, para a entrada de um outro "que se atravessa com urgência", não para ficar esquecido na prateleira. Somente nesta situação é que outros livros passam à frente. Foi o que aconteceu este ano com o livro "Cozinha Confidencial", que ficou para trás, em banho maria, mas jamais esquecido.
"On Rue Tatin" está em inglês e comecei a ler o ano passado. Também recebi em uma troca de livros.
É delicioso ler este livro, em inglês, onde a autora conta como vive com sua família em um país que não é o seu - França - em uma pequena cidade, mas que foi escolhida pelo seu apreço à gastronomia francesa.
Um livro recheado com receitas simples, fáceis de testar e se viciar de tão saborosas.
Um livro recheado com receitas simples, fáceis de testar e se viciar de tão saborosas.
Parei de ler (p.148) para aperfeiçoar meu inglês, mas não esqueci que tenho que retormar e terminar a leitura (p.306).
É isso. Minha próxima leitura, até o fim do livro e quem sabe o de cima furará a fila dos outros como o próximo depois deste.
sábado, 27 de outubro de 2012
Cozinha Confidencial
Finalmente terminei de ler o livro Cozinha Confidencial. Foi difícil ir até a última página, mas confesso que até mais da metade do livro li extasiada os segredos de bastidores de cozinhas "chefiadas".
Em muitos momentos não conseguia me desprender do livro, de tão hilários ou por tão trágicos os eventos que se sucediam.
Paralelo ao livro assisti alguns vídeos das viagens do autor pelo mundo e a entrevista com a Gabriele Hamilton, e devo admitir que o autor é uma grande figura e que vale a pena conhecer a sua obra e refletir sobre as reviravoltas da sua nada pacata vida - privada e profissional.
Leitura indispensável para quem trabalha com alimentos e fornecedores.
Contudo o "discurso de iniciação" (pp.359-367), com as devidas adaptações, vale para todos nós, indivíduos que trabalham ou não, mas que interagem em sociedade.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Carpe diem!
Acordei com o mesmo peso de ontem. Estou considerando uma vitória.
A vida de todo o dia, por toda a parte, é um desafio constante, e quem anda distraído ou sem objetivos, perde a chance de aproveitar o melhor de cada instante.
Hoje estudando na lição "Marine Life" descobri este lindo vídeo, que traduz bem o que sinto e penso.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
A vida é curta, mas com muito espaço para ser feliz!
Ontem nas aulas on line de Inglês recordei Shakespeare, pelo soneto da foto,destacado por um colega que vive na França.
Fiquei extasiada lendo. À noite, na aula de conversação de Italiano, mais Shakespeare, que jamais havia lido em italiano, e é lindo.
Não podia perder o dia sem reunir tudo em um post porque hoje sigo bem, feliz e acordei com 59,2kg. As palavras de Shakespeare vieram ao encontro do meu propósito de tomar as rédeas da minha vida, seguir minha intuição e ser feliz.
Felicidade não tem preço, não tem código de barra, não vai para as prateleiras de mercados. Felicidade é escolha, opção. Tem gente doente, pobre, miserável, que consegue ser feliz com migalhas. Tem gente poderosa, com muitos inimigos, poucas saídas e também sabe encontrar a felicidade.
Felicidade não se explica, se sente e para sentir tem que incorporá-la na vida, em pequenas porções todos os dias.
Eu andava acabrunhada, entregue a um médico que descobriu uma patologia em mim. Ora, mas eu não sou a patologia! E desinchei, e meu corpo voltou a reagir, a ser feliz e eu, externamente, junto.
Para recordar as sábias palavras de Shakespeare, registro em inglês, italiano e português:
Because I don’t expect anything from anyone.
Expectations always hurt.
Life is short, so love your life,
be happy and keep smiling.
Live for yourself and remember:
before you speak, listen!
Before you write, think!
Before you hurt , feel! Before you hate – love!
Before you surrender – try!
Before you die – live! "William Shakespeare
"Sono sempre felice, sai perché?
Perché io non mi aspetto niente da nessuno,
l’attesa fa sempre male.
I problemi non sono eterni e hanno sempre una soluzione.
L'unica cosa che non ha soluzione è la morte.
.. Goditi la vita, perché è molto breve,
amala pienamente, e sii sempre felice e sorridente,
vivi la tua vita intensamente. E ricorda:
Prima di discutere, respira;
Prima di parlare, ascolta;
Prima di criticare, esaminati;
Prima di scrivere, pensa;
Prima di far male, senti;
Prima di arrenderti, prova;
Prima di morire, VIVI ...!
"Sempre me sinto feliz, sabes por quê?
Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.
Os problemas não são eternos, sempre têm solução.
O único que não se resolve é a morte.
A vida é curta, por isso, ame-a!
Viva intensamente e recorde:
Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Sente!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de render... Tente de novo!
Antes de morrer, VIVA!!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
As incertezas na vida
Enfrentei poucas e boas entre Julho e Agosto, enquanto estive em Chicago fazendo intercâmbio.
Tive que me virar sozinha, porque não aceitei a moradia, em um lugar super longe e perigoso. Paguei caro pela minha segurança, mas são águas passadas.
Apesar de todo o stress conseguia me exercitar todos os dias (apesar do calor record que fez por lá) e voltei pra casa com 58kg o que considerei uma vitória, considerando a quantidade de delícias disponíveis para comer nos EUA.
Para manter o ritmo puxado adquirido lá, e o inverno daqui, decidi que além da Ioga e exercícios aeróbicos, iria fazer hidroginástica para continuar em forma no verão.
Não sei ainda se foi boa ou má ideia querer colocar mais uma atividade física.
Já diz o velho ditado que "não se mexe em time que está ganhando".
Daí...precisei ir ao cardiologista para atestar minha saúde física para praticar aulas de hidro no clube, e ele duvidou dela (da minha saúde), apesar de eu estar me sentindo ótima. Só não dei o pé na bunda dele, porque é meu médico já há alguns anos. Resultado, desde setembro fui me deprimindo, aguardando os exames e resultados, comendo e fazendo quase nada de atividade física. Esperando, perdi o pique, o prumo e de incertezas se tornaram meus dias.
O peso subiu da noite para o dia de 58 para mais de 61 kgs. O médico me pediu para tomar remédios. Eu odeio remédios, fujo deles, mas sou obediente.
Domingo fiquei mal, muito mal e parei de comer até ontem, quando comecei a melhorar à noite.
Sintomas? Os mais variados possíveis.
O lado bom de tudo é que ontem me vi com 59,3kg, embora fraca, com o pé na cova.
Hoje? 60kg porque já estou me alimentando novamente, mas com muito cuidado.
Ah, e reduzi as doses dos remédios. A vontade de parar com tudo, pegar minha vida sem eles, era (e ainda é) enorme, mas e as incertezas que povoam a vida?
PRÓXIMO MÊS começo a hidroginástica (já tenho o "suado" atestado de aptidão física!) e faço a revisão com o médico para quem sabe retirar a droga que meu corpo não está aceitando.
Espero não precisar mais de remédios e voltar à vida com menos incertezas acerca do meu corpo e peso.
Espero não precisar mais de remédios e voltar à vida com menos incertezas acerca do meu corpo e peso.
sábado, 20 de outubro de 2012
Preconceitos, ao menos um, todos têm
Acho complicado regras governamentais contra preconceito, punindo empregador com leis, ou com prisão esta ou aquela pessoa por ter chamado um negro de negro ou um homossexual de homossexual, etc.
Desde que o mundo é mundo, desde que estamos aqui na terra, ora rastejando, ora em pé, existe preconceito e cada um tem o seu ou os seus e também sofre pelo preconceito dos outros. Não tem como fugir dos preconceitos ou escondê-los atrás de legislação preconceituosa que nunca vai salvar a sociedade do preconceito ou coibi-lo.
O pobre tem preconceito contra o rico e vice-versa. O gordo, do magro e vice-versa. O fraco do forte, o sacana invejoso do honesto, o pequeno do grandalhão, o jovem, do velho, e por aí afora, uns com preconceito dos outros, diariamente.
Vai acabar o preconceito? Difícil. Enquanto escrevo vou repassando meus próprios, inclusive quanto a última reforma ortográfica, imposta por lei e inobservada.
Contudo, não é acobertando preconceitos em determinações legais, do tipo "cumpra-se" que vão acabar.
Preconceitos precisam ser vistos de frente, negociados, redimidos, entendidos e até perdoados e esquecidos.
Todos nós, durante a vida, vamos passar pela tristeza de sofrer um ou mais preconceitos ou pela falsa glória de sermos preconceituosos. É real. É humano. É inevitável.
É preciso coragem para detectar o preconceito e limpá-lo da nossa vida.
É um exercício diário, até à morte.
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