sexta-feira, 13 de abril de 2012

É sexta-feira 13. Importante ou desimportante esta temida combinação?

Houve um tempo em que acreditei em fadas, em papai noel, em bruxas (más, muito más e também nas nem tanto, que eram bruxas só porque não eram lindas como as fadas) e até em sexta-feira 13.
Mitos, crenças, sonhos e pesadelos fazem parte do nosso crescimento diário.

E hoje é sexta-feira 13, aliás um ano com 3 destas!!! Faz pensar... 
A primeira já foi lá em janeiro. Eu estava em um SPA derrubando 5 quilos a mais que se perpetuavam em meu corpo. E não é que deu certo? Desde Janeiro, sigo sem os indesejáveis deixados no SPA naquela semana de disciplinada  "sorte" incluída a sexta 13.

Nesta sexta-feira 13, hoje, aproveito para organizar armários, limpar cantinhos com a faxineira, limpar a geladeira e fazer exercícios. Aproveito também para organizar a agenda para o restante do mês e deixar fluir qualquer preocupação que venha sobre a data. Estou bastante ocupada. Mais uma vez disciplinando a "sorte".

Por que "sexta-feira 13" é considerada  como um dia de azar?
Porque  13 é mais que 12?

Na numerologia o número 12 indica o todo da laranja: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do Zodíaco.

Assim o 13 é demasiado, uma aberração e desde a antiguidade a superstição traduz a data como de infortúnio.

Quando era criança me disseram que nos EUA os prédios não teem 13º andar. Como viajarei para lá na próxima sexta 13 vou verificar se é verdade.

Li que nas cartas do Tarô, a carta de número 13 representa a Morte. Já nas cartas do caminho sagrado de Jamie Sams, a carta 13 é a do Alimento.

Tudo que não se alimenta, definha e morre.
Não bastasse, todos os dias morrem pessoas, plantas, animais, ideias, ideais, sonhos e supertições.
Com sexta-feira 13 ou não, viva o alimento, com sabedoria  e que morra tudo aquilo que já perdeu a razão de ser, inclusive velhas superstições...

domingo, 8 de abril de 2012

Leitura e Páscoa

Terminei hoje de ler o livro de estreia da escritora americana consagrada, Elizabeth Gilbert: "Sobre homens e lagostas" lançado no Brasil somente no ano passado (2011).
Gostei muito do livro. Simples assim. O que gosto nos livros dela é que são baseados em muita pesquisa histórica e este, apesar de ser o romance de estreia não é diferente. Por isso vale a pena ler.

Destaco um trecho do livro, para reflexão:

 
"A pecuária de leite torna os homens constantes, confiáveis e comedidos; a caça aos cervos torna os homens silenciosos, velozes e sensíveis; a pesca de lagostas torna os homens desconfiados, astutos e inescrupulosos." (p.14)

sábado, 31 de março de 2012

Sangue, Ossos e Manteiga

 
Soube do livro de Gabrielle Hamilton por uma pequena e cativante resenha em um jornal local. Achei interessante. Dias depois li em uma revista, e depois em outra mais as mesmas referências. Passou o tempo saí do País para meu primeiro inverno Europeu e lá em Lisboa tentei lembrar do título e-ou autora e não lembrei.

De volta ao Brasil procurei anotações sobre o livro e nada, até que  encontrei em um site o livro, comprei e já li em menos de uma semana.

Apesar de ler bastante, e este já é o 15º no ano, este é um livro que recomendo e que pretendo reler dentro de dois ou três anos. É um livro fascinante e Gabrielle narra com tanta honestidade a sua existência  (nem perfeita, nem fácil), rotinas e escolhas, que faz a gente olhar para a própria o tempo todo, refletindo sobre nossas escolhas e circunstâncias e particularmente para a própria honestidade em reconhecer nossos erros e acertos.

"Eu devia ter prestado atenção naquilo", conclui a autora à p. 327 depois de uma reflexão singular sobre casamento e como cada qual dilui a raiva. Como tenho alguns amigos italianos, a análise que fez foi para mim bastante esclarecedora. Graças aos amigos italianos, aprendi a me enxergar com menores distorções no espelho. Aprendi a ver minha real imagem, nem sempre agradável.

Quando terminei a leitura, ficou a vontade de saber o resto da história, como está a autora nos dias atuais etc. e tal e que vontade de ter a continuação do livro, quem sabe?

A autora criou um site sobre o livro, que vale a pena visitar (aqui).

No livro Gabrielle cita uma frase que lhe foi dita por Jo Carson, que me tocou profundamente:

"Cuidado com o que você aprende a fazer bem, porque é o que vai fazer pelo resto da vida".

sábado, 24 de março de 2012

Frases Famosas e Falsas autorias

Uma amiga me falou do último livro de Danuza Leão, eu gostei do resumo que ela fez, comprei, chegou hoje e já terminei de ler, sem dor, porque é um livro gostoso, leve e que facilita a visão sobre nossos relacionamentos e cotidiano em geral, sem frescura.

É tudo tão simples e quase desisti no começo quando vi que a frase sobre a felicidade, p. 34, que recentemente postei no blog (que li no livro de Eduardo Punset) a autora atribui a  Ingmar Bergman.

Lamentável.

Mas tirando este grave equívoco e outros pontos de vista com os quais não concordo, o livro é delicioso, assim vou usar a ideia da "péssima memória" recomendada pelo Nobel da Paz para esquecer a falsa autoria da frase, por Danuza Leão.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Amar sem depender

"Nisto consiste o amor:
Que duas solidões se protejam
Se toquem mutuamente
E se cumprimentem".
(R. M. Rilke)

sábado, 10 de março de 2012

Felicidade...

Terminei pouco tempo faz de ler este livro de Eduardo Punset, o segundo que leio deste autor.

Sozinha na praia, depois de experimentar o inverno europeu, dei-me ao luxo de fazer esta viagem, sem medo.


O livro é delicioso e ficará na estante da casa da praia, para reler e quem sabe algum curioso se interessar nesta viagem emocionante.Vale reduzir o registro com a frase de Albert Schweitzer, Nobel da Paz em 1954, citada por Punset à p. 79 (e que muito me confortou):

"A felicidade não é mais que ter memória ruim e saúde boa".


quinta-feira, 8 de março de 2012

Ontem e Hoje como Amanhã

Dia Internacional da mulher. Relembrei pela manifestação na frente da Praça, das mulheres deformadas pelo desleixo,  ligadas a movimentos revolucionários de invasão de propriedade. Quando foram embora deixaram a praça e o asfalto cheios de lixo. Nojo!

Fui lembrada por mensagens de pessoas, por e-mail e no celular.

Todo o dia é dia da mulher, do homem, dos velhos, adultos e das crianças. Cada cultura, cada povo tem que seguir seu ritmo de evolução e aprendizado. Essa mania que temos de resolver as diferenças dos vizinhos e esquecer das nossas é uma grande desculpa para não fazer nada.

De qualquer forma hoje prestei homenagem a uma grande mulher, no hospital. Graças a esta mulher, eu cresci, eu vesti e comi muitas vezes. Substituiu minha mãe em muitos momentos e não fez feio.

Como diz o ditado, uma mão lava a outra e as duas lavam  os pés.  Soube a vida trazer uma oportunidade para hoje eu ajudar alguém que tanto me ajudou e que bom que eu estava pronta e que ela confiou em mim.

Este dia tão especial, tão feminino, sem lixo no chão, vai ficar marcado para sempre como uma boa lembrança, digna de guardar.